O Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas), em parceria com o Instituto Práxis realizou, na última terça-feira (26/09), uma palestra com os profissionais de saúde, apresentação dos serviços ofertados pela unidade no município de Sobral e diálogo sobre violação de direito e prevenção ao suicídio. A ação teve com objetivo discutir os fatores sociais e clínicos no fluxo do atendimento dos casos.

O encontro foi realizado na sede do Instituto Práxis e compôs a programação do mês de valorização da vida, o "Setembro Amarelo".

A Prefeitura de Sobral, por meio da Coordenadoria dos Direitos Humanos da Secretaria dos Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social (Sedhas), e as instituições universitárias realizam, nesta quarta-feira (26/09), o I Colóquio Institucional de Extensão Universitária, Educação Superior e Direitos Humanos. O evento ocorre no Auditório Central da Universidade Estadual Vale do Acaraú (Avenida da Universidade, 850 - Betânia), a partir das 18 horas, e traz como tema "A formação profissional para atuação em Direitos Humanos e políticas públicas". A programação é composta por palestras de especialistas das instituições envolvidas.

Segundo o coordenador dos Direitos Humanos da Sedhas, Francisco Silva, "o colóquio é parte de uma estratégia encabeçada pela Secretaria dos Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social, por meio da Coordenadoria dos Direitos Humanos, com as universidade públicas e privadas de Sobral, com interesse na formação profissional para atuação na temática dos direitos humanos". Durante o evento, será oficializada a criação do Grupo de Trabalho sobre Direitos Humanos, Ensino Superior e Extensão Universitária.

Participam da iniciativa a Universidade Federal do Ceará (UFC), a Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), o Centro Universitário Inta (Uninta), a Universidade do Norte do Paraná (Unopar), a Universidade Pitágoras, a Faculdade Alencarina (FAL), além do Instituto Travessias e Liga dos Direitos Humanos (LADH/UVA).

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A Prefeitura de Sobral, por meio da Secretaria dos Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social e do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (CMDPD), realizou a VI edição de entrega do Selo de Acessibilidade à empresas e instituições que colaboraram com a melhoria da acessibilidade para pessoas com deficiência.

Criado através da Lei 1.070, em 2011, com o objetivo de efetivar da acessibilidade no município, garantindo a mobilidade e melhoria de vida, o Selo é entregue nos padrões ouro, prata e bronze, de acordo com um questionário realizado nas empresas indicadas, por uma comissão do conselho.

“Gostaria de agradecer a todas as pessoas que ajudam nesse processo junto às entidades, agradecer a toda a equipe dos Direitos Humanos. Esse começo é muito importante, porque transparece uma luta que pensamos ser pequena, mas, aqui cada vida importa. Cada ato desenvolvido é feito com muita atenção e amor”, comentou Júlio César, Secretário dos Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social.

“Eu sinto uma emoção grande e fico muito feliz e agradecida às instituições por terem se adequado na questão da acessibilidade e fizeram por merecer estarem hoje sendo reconhecidas e recebendo esse selo. O município tem feito a parte dele e nós temos tentado, de uma maneira muito carinhosa, adaptar nossos equipamentos, como escolas, praças, e tudo que está sendo construído, com a preocupação de atender essas necessidades", afirmou Christianne Coelho, vice-prefeita de Sobral.

Foi contemplado com a edição 2017, na categoria ouro, o Palácio de Ciências e Línguas Estrangeira. Na categoria prata, o Memorial da Educação Superior de Sobral (MESS), Detran e os prédios da Justiça Federal, da Receita Federal e da Advocacia Geral da União. Na categoria bronze, o Vinas gold, Estádio Municipal Plácido Aderaldo Castelo (Estádio do Junco), Clínica Fides, Espaço Equilibrium, Best Hotel e Secretaria dos Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social.

A Secretaria dos Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social (Sedhas) e o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDPD) realizaram, nesta terça-feira (25/09), a edição mensal do Fórum Permanente da Pessoa com Deficiência. A atividade compõe a X Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, que iniciou dia 21 e segue até o próximo dia 27.

O evento contou com a palestra "O papel dos conselhos no controle social e efetivação das políticas públicas", ministrada pela assistente social Francisca Maria Lopes. A palestrante destacou que segundo o Censo do IBGE (2010), existem cerca de 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência no país, o que representa quase 1/4 da população brasileira.

"Muitas das conquistas que estamos apresentando aqui foram frutos da participação social e da organização. A participação social, ao longo da história, remete à Grécia Antiga, quando os cidadãos [apenas os homens livres] se reuniam na ágora para discutir os destinos da cidade, estabelecer direitos e leis, determinar as condutas e normas. Foi daí que surgiram as palavras 'cidadão' e 'cidadania', que representam tanto para o Brasil, sobretudo a partir dos anos 1980", disse Francisca.

O Fórum Permanente da Pessoa com Deficiência é um colegiado formado por servidores públicos, organizações da sociedade civil e movimentos sociais, com o objetivo de debater e construir novos espaços e melhorias para essa população. A partir das proposições do Fórum e do trabalho desenvolvido pelo Núcleo da Pessoa com Deficiência (Coordenadoria dos Direitos Humanos) e pelo Conselho Municipal (CMDPD), foi aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Ivo Gomes a Lei 1757/2018, que estabelece a Política Municipal da Pessoa com Deficiência (leia  AQUI).

 

Em parceria com a Residência Multiprofissional em Saúde da Família, a Coordenadoria da Habitação da Secretaria dos Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social (Sedhas) realizou um círculo de cultura com moradores do Residencial Nova Caiçara. O objetivo foi discutir a prevenção ao suicídio, por ocasião do "Setembro Amarelo".

"O círculo de cultura proposto por Paulo Freire é um espaço dinâmico de caráter dialógico e de aprendizagem, de troca mútua de conhecimentos, no qual os participantes se relacionam, escrevem, leem, discutam e construam o mundo em que vivem, com o objetivo de construir consenso e avaliar os riscos e vulnerabilidades que envolvem a comunidade", afirma Telma Alves Medeiros, assistente social da Habitação.

Mobilizaram a ação as técnicas Telma Medeiros, Célia Vasconcelos, Yule Frota, Valéria Rodrigues e Thallyne Rosendo.